Mari Lessa — Deputada Estadual
Biografia

A trajetória completa de Mari Lessa

"Filha de professores não veio pra pedir licença."

Registros de atuação

Quem é Mari

Mari Lessa tem 24 anos, nasceu e cresceu no Recife, filha de professores e neta de trabalhadores de Jaboatão e Bezerros. Sua história vem de uma família que acredita que a educação transforma e que a mudança real exige organização e luta. Bacharela em Direito e estudante de História, ela não está chegando na política agora: há quase uma década milita ativamente nas ruas, nas universidades e nos movimentos populares que o poder oficial finge não ver. Aos 15 anos, impulsionada pelo inconformismo político, já participava de manifestações e movimentos para resistir e construir alternativas para o Brasil. Com 18 anos, apaixonou-se pela tradição trabalhista e socialista de Brizola, Darcy Ribeiro e Francisco Julião — referência que segue guiando sua atuação até hoje.

Mari Lessa ao lado do pai

Uma história que vem de casa

Criada em uma família de educadores, Mari aprendeu cedo que a educação transforma — e que mudança real exige organização e luta. Foi em casa, antes de qualquer discurso ou palanque, que ela ouviu pela primeira vez que ensinar é também um ato político, e que cuidar do outro — na sala de aula, na saúde pública, onde quer que seja — é uma forma de resistência. Essa criação moldou o jeito de Mari enxergar o mundo: a certeza de que nenhuma transformação profunda acontece sozinha, e que afeto e organização coletiva caminham juntos. É esse mesmo compromisso, herdado de casa, que ela carrega hoje para dentro da política — não como discurso pronto, mas como uma prática de vida que começou muito antes de qualquer candidatura.

Mari Lessa em ato/manifestação

Militância

Mari é, antes de tudo, uma militante. Aos 15 anos, impulsionada pelo inconformismo diante das injustiças que via ao seu redor, começou a participar de manifestações e movimentos populares, buscando resistir e construir alternativas para o Brasil. Aos 18, aproximou-se da tradição trabalhista e socialista brasileira — a mesma de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Francisco Julião —, uma linha de pensamento que defende a organização coletiva dos trabalhadores, a soberania nacional sobre nossas riquezas e um Estado a serviço do povo, não do mercado financeiro. Há quase uma década ela milita ativamente nas ruas, nas universidades e nos movimentos populares que o poder oficial finge não ver. Suas referências — de Brizola, Darcy Ribeiro e Francisco Julião a Adalgisa Cavalcanti, Alexina Crespo, Gregório Bezerra e Lélia Gonzalez — moldam um projeto de política guiado por uma ideia simples: as desigualdades que atingem o povo trabalhador não são acidente, são escolha, e mudá-las exige projeto, garra e luta coletiva.

Mari Lessa como Vice-Presidente da UNE

Movimento estudantil

Na União Nacional dos Estudantes (UNE), a maior organização estudantil do país, Mari coordenou a área de Direitos Humanos e Meio Ambiente e foi eleita, por duas vezes, Vice-Presidente da entidade. Foi nesse espaço nacional que aprendeu, na prática, a organizar coletivos, negociar pautas e representar milhares de estudantes diante do poder público — uma escola de organização política que carrega até hoje.

Mari Lessa apresentando o TCC de Direito

Universidade

Antes da UNE, a militância de Mari começou dentro da própria universidade: foi diretora do DCE Dom Hélder Câmara, que representa todos os estudantes da UNICAP, e integrou o Diretório Acadêmico de Direito. Não foi por acaso que escolheu o Direito — para ela, é ferramenta de justiça social, um instrumento para defender quem historicamente ficou de fora do acesso à lei e aos seus direitos. Hoje, já Bacharela, segue estudando História, curso em que também integra o Diretório Acadêmico, buscando entender o país que quer ajudar a transformar.

Mari Lessa, pré-candidata a Deputada Estadual por Pernambuco

Candidata

Em 2026, Mari oficializa sua candidatura a Deputada Estadual por Pernambuco — mais um passo de uma caminhada que começou há 10 anos, quando escolheu entregar sua vida à militância no movimento social e no trabalho de base. A luta não começa agora e não termina em outubro, porque esse projeto não é por poder: é por uma causa, a libertação do povo brasileiro. "Filha de professores não veio pra pedir licença."

Por que Mari Lessa quer fazer política?

Mari acredita que as desigualdades que atingem o povo trabalhador não são acidente, mas resultado de um projeto neoliberal que drena as riquezas de Pernambuco — e que enfrentar isso exige projeto, garra e luta coletiva. Sua atuação é guiada por cinco bandeiras: educação de qualidade como protagonista do desenvolvimento; fim das desigualdades, com redistribuição de renda, reforma urbana e habitação popular como direitos invioláveis; fim das privatizações, defendendo que saúde, educação, parques e rios pertencem ao povo; combate às opressões, com orçamento garantido contra a misoginia, a LGBTfobia e o racismo; e soberania popular, na defesa das riquezas naturais e da economia pernambucana contra a entrega ao capital estrangeiro. Suas referências são Adalgisa Cavalcanti, Alexina Crespo, Brizola, Darcy Ribeiro, Francisco Julião, Gregório Bezerra e Lélia Gonzalez.

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